sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Menina Que Roubava Livros

CRITICA À CRITICA


se quiser ler o artigo...

Minha resposta:

A respeito do Livro "A Menina que Roubava livros", não vou entrar em detalhes critico, mas sim da sua visão sobre o livro. Um tanto pobre e sem perspectiva.
Pois a Morte não interage com o ser humano, ela passou a observa mais de perto os seres as estórias que enlaçavam em torno da menina. Por conta do contato que ela teve com Liesel quando levou seu irmão, no momento que a morte se viu pelos olhos da menina.
O enredo literário não é poético e sim romanceado pela descrição de uma visão profunda, só se torna poético em si, quando se trata das observações que a morte faz no decorrer do livro e quando Max escreve O VIGIADOR para menina. Alem da morte ser bem culta ao que diz respeito aos livros humanos citando O ASSOBIADOR, O DAR DE OMBROS, MANUAL DO COVEIRO... Ela não se interessava pelos humanos em si, mas os consideravam um trabalho, mas Liesel era sua observância diária.
Minha amiga devemos ter cuidado ao redigir crítica, sem aprofundamentos da história e da literatura. Apesar de ser um livro muito bom, não mostra traços contundentes da cultura alemã, mas uma visão geral do Nazismo.Uma visão geral de Judeus, uma visão estreita de alemães dissidentes.
A propósito Orkut não é fonte literária para nada, tem muita gente sem “noção” falando que bem acha. E ECLIPSE  / LUA NOVA, é um sub gênero, fraco e medíocre quanto HARRY POTTER, nem sei se escreve assim!
Você diz, que tem 1 (uma) pergunta para fazer ao Zusak e acaba fazendo duas! O livro não deixa perguntas nenhuma deste tipo, MUITO pelo contrário ele responde brilhante mente as questões propostas. Deixando uma incógnita no contexto do livro: AONDE ENCONTRAR O VERDADEIRO CONHECIMENTO?AS PALAVRAS TRADUZEM O QUE SENTIMOS E SOMOS?
Creio que antes de escrever uma critica a respeito de um livro tão bem feito, devemos LER e estudar e COMPREENDER tudo que o compositor da obra quer nos passar.
Zusak nos deixa uma lição, que a literatura vai muito alem de enredos e caprichos para instigar a imaginação para criar livros que ocupem lugares enormes nas prateleiras de uma livraria. Os ditos populixos americanos e ingleses.

Acho que é isso.

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